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Ministro da Cultura destaca “força e carisma” da Uni-CV na sociedade cabo-verdiana

O ministro da Cultura destacou ontem, dia 9, a “força, o carácter e carisma” da Universidade de Cabo Verde enraizada na sociedade cabo-verdiana, almejando que a mesma será uma referência internacional a nível africano nos próximos anos.

Abraão Vicente fez estas declarações durante a sua intervenção na cerimónia de assinatura do protocolo entre o Ministério da Cultura e das Indústrias Criativas e a Universidade de Cabo Verde (Uni-CV) realizada esta terça-feira, na Cidade da Praia.

 

O ministro da Cultura e das Indústrias Criativas salientou a importância dos processos de investigação e formação levados a cabo pela universidade, declarando que “não há futuro sem conhecimento e sem aposta no sector da cultura”.

 

“Não há futuro da cultura sem formação e a sua formalização e a sua formação não está dependente apenas do sector da cultura, é na parceria conhecimento e investigação, formação nos vários níveis que pode formatar é que está o futuro do nosso sector”, defendeu Abraão Vicente.

 

O governante retirou, por outro lado, que o próximo grande desafio do sector é a sua formalização com criação de empregos dignos, perspectivando, por outro lado, a integração do Instituto do Património Cultural (IPC) na Uni-CV.

 

Por seu turno, a reitora da Uni-CV salientou que a universidade, no quadro da implementação do projecto em cumprimento da sua missão, coloca-se à disposição dos serviços do Estado na implementação de projectos que promovam o desenvolvimento sustentável de Cabo Verde.

 

Judite Nascimento destacou neste sentido, a implementação de cursos modulares com vista a profissionalização de agentes do sector da cultura e das artes, cursos singulares esses, sustentou, que poderão servir de plataforma para que esses mesmos agentes possam adquirir competências básicas.

 

“Será com muito prazer que a Uni-CV se coloca a disposição do Ministério da Cultura, as suas competências e missão de formar quadros cabo-verdianos, pessoas que têm vocação para as artes e que também querem valorizar essa vocação através da aquisição de competências e sobretudo através da formação”, declarou.

 

O protocolo visa a implementação de cursos de formação profissional ou superior, seminários, workshops e actividades no sector cultural, permitindo assim aos agentes culturais adquirirem competências e conhecimento na universidade pública.

 

 

SAPO/Inforpress

 

10/06/2020

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