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Santa Cruz: Alunos alertam para o “estado de degradação” da escola secundária e pedem “obras urgentes” do Governo

O presidente da Associação dos Estudantes da Escola Secundária Alfredo da Cruz Silva (AEESACS), em Santa Cruz, alertou quinta-feira para o “estado de degradação” das infraestruturas da escola e pediu “obras urgentes” do Ministério da Educação.

Claudilson Varela, que falava em conferência de imprensa, criticou a delegação escolar e o Ministério da Educação, afirmando que essas entidades “não estão preocupadas” com o “péssimo” estado, a nível de infraestrutura, da única escola secundária daquele município do interior de Santiago.

 

Segundo o porta-voz dos estudantes, o estabelecimento de ensino erguido há 24 anos e que alberga 3.000 alunos está em perigo iminente, ou seja, algumas salas já começaram a cair pedaços de tetos, que aliás, atingiram alguns colegas.

 

Conforme esclareceu, os alunos não estão a pedir um “castelo”, mas uma escola onde possam se sentir seguros e atentos nas aulas, indicando que esta situação de “teto degradado” tem dividido a atenção dos estudantes na sala de aula.

 

“Queremos uma resposta urgente, vamos sair daqui dentro de dois anos, mas os nossos filhos, primos e irmãos vão estar aqui e a escola está sem condições de segurança a nível de infraestrutura”, solicitou, ajuntando que, se há projetos, que se tire do papel e se ponha em prática.

 

Parafraseando o Ministério da Educação, a mesma fonte disse que os alunos santa-cruzenses querem uma “educação de qualidade”, mas para isso, advoga que é preciso “intervenções urgentes” a nível da estrutura física da escola.

 

Além do “estado preocupante de degradação” da escola a nível de infraestrutura, apontou problemas nas casas de banho e a inexistência de uma placa desportiva própria da escola para a prática da educação física.

 

Por outro lado, o estudante do 12º ano, advogou que toda a comunidade educativa tem de juntar as suas forças para o bem desta escola, deixando o compromisso dos alunos zelaram para a preservação da escola após as intervenções.

 

Contactada, a direção da Escola Secundária Alfredo da Cruz Silva prometeu reagir numa outra ocasião às reivindicações dos alunos.

 

SAPO c/ Inforpress

 

09 de março de 2017

 

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