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Universidade Campus do Mar almeja colocar Cabo Verde no mapa internacional do ensino superior

A Universidade Campus do Mar pretende actuar a curto prazo em completa sincronização entre a formação profissional, a educação no ensino superior e a investigação, visando colocar Cabo Verde no mapa internacional do ensino superior, ciência e tecnologia.

A coordenadora do Campus do Mar, Raffaella Gozzelino, que assume igualmente a reitoria da Universidade Técnica do Atlântico, revelou este desafio à imprensa, hoje, no final de uma visita de cortesia da sua equipa ao presidente da Assembleia Nacional, Jorge Santos, tendo aproveitada a oportunidade para manifestar a confiança do próprio Governo no órgão directivo que dirige.

 

Disse ser determinante apostar num esforço colectivo para realçar a qualidade do ensino superior e daí a internacionalização das próprias investigações em curso, para que Cabo Verde seja colocado no mapa internacional do ensino superior, da ciência e da tecnologia e ser “conhecido pelo mundo fora”.

 

Raffaella Gozzelino salientou que o conselho directivo deste órgão, institucionalizado na sequência da Escola do Mar, enquanto entidade empresarial pública, que tem como base a experiência e os recursos do Departamento de Transportes Marítimos, da Faculdade de Engenharia e Ciências do Mar da Universidade de Cabo Verde, está alinhava na estratégia de internacionalização.

 

A pandemia da covid-19, enfatizou, ajudou este país arquipelágico a aumentar todas as aulas ‘on-line’, o que, atestou, vai contribuir para tirar o maior proveito da diáspora especializada, apostada em contribuir para Cabo Verde reforce o reconhecimento destas ilhas nos próprios países de acolhimento, com vista a potencializar o ensino superior.

 

Aberta as fases de candidatura que já vão na sua terceira candidatura, o Campus do Mar vai estar concentrado em São Vicente, “com muita expectativa, muita estratégica e muita visão”, segundo Raffaella Gozzelino, que enalteceu a disponibilidade manifestada pelo chefe da Casa Parlamentar para a realização de congressos internacionais para apresentação da instituição.

 

Já o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Santos, considerou “Campus do Mar” como a tradução de uma grande reforma a nível nacional, no quadro da educação superior, da formação técnica profissional e superior e, acima de tudo, na área da investigação.

 

Considerando que esta instituição veio para “unir Cabo Verde em termos de objectivos”, Jorge Santos asseverou ser fundamental para o desenvolvimento da economia marítima, numa altura que o país já dispõe da Zona Económica Especial de economia marítima em São Vicente, referenciada como uma estratégia do desenvolvimento regional e nacional.

 

Entende, Jorge Santos que a aposta na excelência de qualidade e do ensino baseia-se na necessidade do país contar com o “Campus do Mar” que coordena todas as instituições superiores, escolas ou institutos do mar, voltados para a especialização e investigação e pós graduações e doutoramentos, num projecto com uma visão institucionalista.

 

 

Inforpress/Fim

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