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YALI 2018: “Quero servir de exemplo e espelho”, diz Joana Almada

A contabilista é uma dos seis bolseiros cabo-verdianos selecionados para participar no YALI 2018.

Natural de Ribeira Grande de Santiago, Joana Almada tem 34 anos é formada em Administração e Contabilidade pelo Instituto Superior de Ciências Económicas e Empresariais (ISCEE).

 

A jovem líder nasceu com uma deficiência congénita (hereditária), mas provou que uma má formação nos membros inferiores não é necessariamente um obstáculo para uma vida plena.

 

“Sendo uma jovem que nasceu com uma deficiência, ao longo da minha vida tenho enfrentado problemas de acessibilidade e exclusão, mas isso nunca interferiu na minha vida pelo negativa. Aprendi que ser líder não é a posição que ocupas, mas sim as tuas ações”, diz e acrescenta que aprendeu a encarar os obstáculos como um novo desafio.

 

Neste mês (junho), a jovem que trabalha como contabilista no Banco Comercial do Atlântico (BCA), juntamento com mais cinco jovens cabo-verdianos, vai participar no Mandela Mandela Washington Fellowship, nos Estado Unidos da América, no âmbito do programa Young African Liders Iniative (YALI).

 

Joana Almada vai fazer uma formação na área de Liderança Cívica, durante seis semanas, na Indiana University Bloomington.

 

Questionada sobre as expetativas em relação ao YALI, a contabilista diz que são grandes e espera voltar com a “sensação de dever cumprido”. “Quero adquirir novos conhecimentos, direitos e deveres, bem como experiências inovadores/inspiradoras que serão uma mais-valia para o nosso país”, diz e acrescenta que quer servir de exemplo.

 

Não perca em breve as entrevistas com os outros selecionados da edição de 2018.

 

+ Dossier YALI no SAPO Estudante

 

12 de junho de 2018

 

Aline Oliveira | SAPO CV

 

 

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